Obras do novo hospital D. Vicente Zico entram na etapa final

As obras de reforma do futuro Hospital de Retaguarda D. Vicente Zico, localizado no bairro do Marco, estão na reta final e devem ser entregues à população ainda no mês de março deste ano. O prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, visitou a obra na manhã desta quinta-feira, 31.  

O novo espaço é a reestruturação do antigo Hospital Samaritano, que foi adquirido pela Prefeitura de Belém, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma), no ano de 2016, e fica na esquina da travessa Lomas Valentinas com avenida João Paulo II. Com três andares, o prédio vai comportar 69 leitos, sendo que desses, nove são na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e mais dois quartos de isolamento clínico. O investimento da Prefeitura no novo hospital é cerca de R$ 600 mil.

Equipamentos -Equipado com elevador e rampas de acessibilidade, o novo hospital tem consultórios, postos de enfermagem e enfermarias no primeiro e segundo andar. A UTI fica no segundo andar e teve toda a instalação elétrica reformada para receber as demandas da unidade. No subsolo, ficará a parte administrativa, Recursos Humanos, refeitório, vestiário, assim como toda a infraestrutura de segurança. Os leitos de internação são todos dispostos em enfermarias.

Para o prefeito Zenaldo Coutinho, a Prefeitura e a Sesma estão trabalhando com agilidade para que o hospital seja entregue o mais rápido possível. “Estamos com as obras aceleradas e vamos entregar este hospital com 69 leitos, em breve. Será um suporte a mais, enquanto reformamos o Pronto Socorro do Guamá, garantindo assim centro cirúrgico, UTI e enfermarias para os nossos pacientes”, informou o prefeito.

O titular da Sesma, Sérgio Figueiredo, reforça que o Hospital D. Vicente Zico dará suporte à rede de atendimento de urgência e emergência no município de Belém. “Assim que for entregue serão transferidos para este espaço alguns dos atendimentos que eram feitos no PSM do Guamá, como os de cirurgias. Quando o hospital do Guamá ficar pronto, este vai funcionar como retaguarda de Upas, Prontos Socorros, cirurgias de baixa complexidade e outros. Com isso, iremos ampliar o atendimento médico à população de Belém”, adiantou Figueiredo.

A master coachRita Silva, de 54 anos, que mora às proximidades do hospital, estava passando a pé, e se surpreendeu em saber que o local será de atendimento público e não mais privado, como foi na época do Samaritano.

“Estou muito satisfeita de saber que será um hospital de atendimento da Prefeitura de Belém. Acho que todos nós merecemos ter esse tipo de assistência mais humanizada. Moro aqui perto e sei que poderei contar com esse hospital, que, aliás, nem parece ser público, e sim uma construção de hospital particular”, elogiou Rita.

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