Virada
A Virada Eletrônica ofereceu ao público shows, workshops e filmes sobre a música eletrônica (Foto: RedePara.Web.ViewModels.Sgn.Foto?.credito)
Dentro do universo de expressões artísticas exibidas na Virada Cultural de Belém, a Virada Eletrônica levou ao público shows, workshops e filmes sobre a música eletrônica. Uma dessas atrações foi a “Mostra Bate-Estaca”, que exibiu – entre os dias 11 e 14 de dezembro, no Cine Líbero Luxardo (andar térreo do Centur), documentários sobre esse gênero musical.
A Mostra Bate-Estaca, organizada pela produtora paraense Bel Hell, com o apoio da Fundação Cultural do Pará Tancredo Neves (FCPTN), foi composta por cinco documentários que abordam estilos e movimentos diversos da música eletrônica.
“A Mostra veio de uma vontade da produtora de expor ao público em geral vários dos pilares da música eletrônica. A nossa intenção era levar a maior quantidade de informações relevantes para instigar as pessoas a se aproximarem dos movimentos e do estilo como um todo”, disse Eric Bordalo, produtor da Bell Hell e um dos organizadores da mostra.
A estudante Marcione Lira, 23 anos, foi conferir a mostra para conhecer mais detalhes de cada gênero. “Sempre vou a festas de psy e trance. Curto desde os 17 anos. Gosto mesmo do som, de dançar a música eletrônica. Daí, quando fiquei sabendo dos documentários, fiquei interessada em assistir, porque mostram o que é a realidade e a história do estilo”, contou Marcione.
A programação teve as produções Dub Echoes (de Bruno Natal), Last Hippie Standing (de Marcus Robbin), Introduzindo o Drum and Bass no Brasil (de Fernanda Telles), Clash of cultures (de Guto Barra) e Brega S/A (produção paraense de Wladmir Cunha).
Além da Mostra Bate-Estaca, a Virada Eletrônica teve campeonato de DJs, workshop da Escola de Beats e festa Timeless.
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