Transporte
Foto: Samuel Alvarenga / Secom
Além da visita ao terminal hidroviário, a comitiva também vistoriou as obras do Mercado Municipal, que foram retomadas. (Foto: Samuel Alvarenga / Secom)
A Companhia de Portos e Hidrovias do Pará encerrou, nesta segunda-feira (12), uma agenda de visitas aos terminais hidroviários de Santana do Tapará, distrito portuário localizado no município de Santarém, e do município de Curuá. As estruturas portuárias fazem parte de um pacote de mais de R$ 80 milhões, fruto de financiamento entre Caixa Econômica Federal e Governo do Estado, para a construção de sete terminais na região do Baixo Amazonas.
A primeira visita foi no distrito portuário de Santana do Tapará, na obra do terminal de passageiros, orçada em R$ 3.783.064,50. De acordo com o coordenador de Infraestrutura e Logística do Centro Regional de Governo do Baixo Amazonas, Rodrigo Branco, que acompanhou a visita técnica, a estrutura portuária terá uma rampa de acesso, construída em concreto com 68 x 12 metros, conectando-se à PA-255, que liga a comunidade ao município de Monte Alegre.
No município de Curuá, o prefeito Zé da Marta; o presidente da CPH, Alexandre Von; técnicos da Companhia; a coordenadora de Saúde e Assistência Social, Zuíla Wanghon; e o coordenador de Infraestrutura e Logística, Rodrigo Branco, visitaram a obra do terminal hidroviário do município. A estrutura contará com área de embarque e desembarque de cargas e passageiros; guichês para venda de passagem; guarda-volume; lanchonete; banheiros adaptados e espaços disponíveis para instalação de órgãos intervenientes.
A parte naval será composta por duas rampas metálicas articuladas medindo 25m x 3m, um berço metálico de sustentação, um flutuante intermediário de 6m x 5m x 1,2m e um flutuante principal de 15m x 5,0m x 1,5m. A construção segue os padrões da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).
Além da visita ao terminal hidroviário, a comitiva também vistoriou as obras do Mercado Municipal, que foram retomadas. De acordo com Rodrigo Branco, a obra é constituída por dois pavilhões - um para mercado de carnes e peixe e outro para mercado de frutas, legumes e verduras em geral. "Ambos encontram-se em fase de acabamento, já sendo feitos os revestimentos internos dos quiosques de vendas", explica o coordenador.
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