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II Bate-Papo com o Terceiro Setor orienta sobre prestação de contas

Elevar o nível de conhecimento sobre temas de interesse das organizações, contribuindo para o aumento da capacidade de gestão, autonomia e melhoria dos serviços prestados à comunidade. Esse foi o obje (Foto: RUAN MORAES / ASCOM NAC)

Elevar o nível de conhecimento sobre temas de interesse das organizações, contribuindo para o aumento da capacidade de gestão, autonomia e melhoria dos serviços prestados à comunidade. Esse foi o objetivo do II Bate-Papo com o Terceiro Setor, projeto realizado pelo Núcleo de Articulação e Cidadania (NAC) do Estado do Pará. O encontro foi realizado na manhã dessa quarta-feira (4), no auditório da Casa Civil, em Belém.

Douglas Marinho, 32 anos, trabalha na Associação de Moradores da Arthur Bernardes, como voluntário, e faz parte do Instituto Arthur Bernardes que é uma extensão do trabalho na associação dos moradores. Ele foi um dos 20 participantes do bate-papo. “Nós estamos apenas começando no instituto, mas já temos um trabalho anterior de mais 10 anos lutando por questões de moradia e, agora queremos ampliar esses serviços e trazer melhorias pra comunidade, fazemos várias parcerias com instituições públicas como, por exemplo, o NAC”.

Nesse encontro foi abordado o tema “Considerações sobre Prestação de Contas das Organizações da Sociedade Civil”, com a professora Andrea Martins Cavalcante, auditora de Controle Externo do Tribunal de Contas do Estado do Pará – TCE; e Lorena Maués, contadora atuante em organizações da sociedade civil. Também esteve presente na abertura do evento a diretora geral do NAC, Daniele Khayat, que falou da importância desses encontros. “O bate-papo e esse debate devem acontecer frequentemente porque as dúvidas surgem o tempo todo, e isso é uma fonte de conhecimento de extrema importância pra quem trabalha diretamente com essa prática”.

“Eu faço todo o esforço pra participar de todos esses encontros, porque trabalhar com instituições não é um negócio fácil, a minha formação é em gestão pública, mas eu preciso entender de cada parte do processo, um pouco da contabilidade, do direito, conhecendo todos os processos fica mais fácil a administração da instituição”, concluiu Douglas Marinho.

 


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