Empoderamento feminino

Rede de consultoria ajuda mulheres a ocupar cargos de liderança

O Programa Springboard, criado na Inglaterra em 1989, tem mais de 1.200 consultoras licenciadas e já capacitou mais de 250.000 mulheres.

Hoje as mulheres que estão no mercado de trabalho ainda têm um longo caminho pela frente quando buscam o próprio empoderamento na sociedade. No âmbito profissional, as bandeiras mais frequentes são equiparação salarial, fim do assédio, respeito à opinião feminina, flexibilização da jornada de trabalho, divisão de responsabilidades e oportunidades para planos de carreira.

Apesar de representarem uma minoria, há exemplos de gestoras, empreendedoras, executivas, profissionais de destaque e jovens líderes que estão inovando, desafiando mercados ou se destacando em áreas tradicionalmente masculinas, demonstrando que não existe mais aquela conversa de sexo frágil.

A pergunta é: como fazer para aumentar essa estatística tão baixa no Brasil? A consultora francesa do programa Springboard Brasil, Corinne Giely-Eloi, conversou com a jornalista paraense Ingrid Pipolos explicando que as mulheres precisam se capacitar para promover mudanças e transformações na vida pessoal e profissional. Por isso, ela ministra o programa que incentiva e desafia as mulheres a agirem. “É sobre o que as mulheres podem fazer por si mesmas, e não sobre o que os homens, o mundo e a sociedade podem fazer por elas!”, a consultora deixa bem claro

O Programa Springboard foi criado na Inglaterra em 1989 por duas mulheres, Jenny Daisley e Liz Willis. Em 2014, elas receberam o prêmio OBE (Order of the British Empire) da Rainha da Inglaterra, por servir ao empoderamento e desenvolvimento das mulheres no mundo. Atualizado constantemente, o programa já foi testado e aprovado em mais de 40 países, onde possui mais de 1.200 consultoras licenciadas e já capacitou mais de 250.000 mulheres. Veja em https://www.springboardbrasil.com

O programa foi adaptado para atender à área de Tecnologia de Informação. Daí nasceu a versão “Springtch”, uma evolução do programa, com uma versão pochet, mais leve e objetiva, e com foco no setor de tecnologia, setor que abrange a maior parte da liderança ainda masculina. “Hoje percebo que já há uma mudança dentro do ambiente de trabalho. Houve piadinhas no início do meu curso de ciência da computação, mas hoje não ouço mais”, diz Monique Ferreira, que atua na área de tecnologia na RD Station em Florianópolis.

Veja o vídeo:
 

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