Não era treinamento

Funcionários levam susto com princípio de incêndio na fábrica de biscoitos Trigolino

Segundo a empresa, houve apenas danos materiais. Treinamento dos empregados, feito duas vezes por ano, e ação rápida da brigada de incêndios ajudaram a evitar a ocorrência de uma tragédia. Peritos do Corpo de Bombeiros vão apontar a causa.

O que poderia virar uma tragédia não passou de um susto, graças à rápida mobilização das equipes de emergência e também por conta do cumprimento do protocolo de prevenção da fábrica de biscoitos Trigolino, localizada na rodovia BR-316, bairro de Águas Lindas, em Ananindeua, na região metropolitana de Belém. Nesta terça-feira (13), um princípio de incêndio causou alvoroço nas instalações da empresa, mas, de acordo com o gerente-geral Gilton Ludgero, os danos foram apenas materiais e as atividades já foram normalizadas. 

O problema, segundo a assessoria de imprensa da fábrica, começou na antiga subestação que alimenta com energia elétroca a fábrica de biscoitos. De acordo com as informações preliminares divulgadas pela empresa, é provável que tenha ocorrido um superaquecimento no painel, equipamento que compõe a subestação. Somente o relatório dos peritos do Corpo de Bombeiros, porém, dirá com certeza qual foi a origem do fogo. De acordo com funcionários da fábrica, a brigada de incêndio da empresa entrou em ação rapidamente, cinco minutos após o alarme, apagando o fogo antes de se alastrar. Logo depois chegaram as viaturas do Corpo de Bombeiros, que também foram acionados, mas já encontraram a situação controlada.

O protocolo da empresa prevê nestes casos a evacuação da fábrica, o que também foi feito mediante o disparo do sinal correspondente. Os funcionários são treinados para essas situações, visando prevenir consequências mais graves em casos de sinistros. Os treinamentos, com simulações, são feitos duas vezes por ano.

 

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