CARNAVAL 2020





Foto: Fernando Sette - Comus
Última agremiação a entrar na avenida, a Escola de Samba da Matinha, do bairro de Fátima, apresentou suas três alegorias, 13 alas e os 1.500 brincantes na manhã deste domingo, 16, fechando o desfile do primeiro grupo do Carnaval de Belém 2020.
Com o enredo "Horizonte de Esmeraldas no Voo e no Canto da Coruja Pelos Diferentes, na Escola das Diferenças", a agremiação manteve a tradição de apresentar temas com cunhos sociais. Ainda com as arquibancadas lotadas, o público festejou o tema e seguiu sambando e cantando até o último componente sair da avenida.
Neste ano a inclusão social foi abordada. A comissão de frente contou com Pessoas Com Deficiência (PCD), que juntas protagonizaram diversas coreografias.
Parte da trajetória da escola de samba da Matinha, nesses 40 anos, também foi contada. A espectadora Luzia Silva, de 55 anos, assistiu ao desfile até o amanhecer. "Estou aqui desde a primeira escola, todo ano venho assistir com meu marido. As escolas estão lindas e a organização do carnaval está excelente, por isso fiquei até o final", destacou.
Todas as alas da agremiação abordaram a inclusão de diversas formas, com destaque para a última alegoria, que trouxe pessoas se comunicando através da linguagem de sinais.
Leia todas as matérias publicadas:
Mocidade Unidos do Benguí abre noite de desfiles do Primeiro Grupo das Escolas de Samba de Belém
Escola de Samba do Império Pedreirense enaltece o açaí durante apresentação
Escola Deixa Falar pede a união das escolas de samba na avenida
Escola Piratas da Batucada faz homenagem emocionada a Miguel Santa Brígida
Rancho Não Posso Me Amofiná homenageia Abaetetuba e levanta o público na Aldeia Amazônica
Colégio Estadual Paes De Carvalho é homenageado pela escola Quem São Eles
Rio Guamá é homenageado pela escola Bole Bole
Luta pelo fim da violência contra mulher e pela conquista do respeito é tema da escola Xodó da Nega