Turismo

Ao pôr do Sol

Ao pôr do sol, eu vou te dizer que o nosso amor não pode morrer”. A música pop-brega paraense ‘Ao pôr do Sol’ é um clássico que eternizou no Pará. Som envolve cultura e relação com as belezas dos fins de tarde das praias paraenses.

Calor amazônico. Água, areia, ar fresco. E, claro, uma boa música regional como “Ao Pôr do Sol”, música paraense interpretada por vários artistas, são combinações perfeitas aos amantes de praias, principalmente, paraenses. O estado do Pará possui um grande diferencial com suas belezas naturais, proporcionando o melhor que o turismo de contemplação pode oferecer. São praias marinhas, fluviais, insulares e lacustres abraçadas pela Floresta Amazônica.

No auge da agitação dos tempos modernos, o lazer, especialmente, ligado à natureza tem ganhado cada vez amais adeptos. Nesse cenário, o turismo, uma importe ferramenta de uma região ganha cada vez mais força econômica.

No Pará, uma região amazônica, as praias além de oferecer lazer e diversão também movimenta a economia das regiões é o que acontece nas principais praias do estado.

O cantor da Música Popular Paraense, Mahrco Monteiro, em entrevista especial, relata a relação da música com o  ser paraense "A música 'Ao Pôr do Sol' escreveu a história de quase todos nós, de muita gente, casou muita gente", contou.

Para Monteiro, a praia de Mosqueiro é uma das praias mais queridas. "Mosqueiro é uma ilha querida, ilha do amor. É um dos pontos turísticos de maior ambiente para receber todo mundo, todas as classes sociais. A gente tem essa paixão. A gente tem esse ficar a vontade, se sentir na nossa terra, no nosso chão, proprietário do que é nosso.", ressaltou.

O cantor lembra que na época do ápice dos trios elétricos recebeu carinhosamente do público de "Mahrco Mosqueiro. "Foi muito lindo. Todos nós temos uma paixão por Mosqueiro. Mosqueiro é mesmo ilha do amor", completou.

Ao pôr do sol nas Estações das Docas, em Belém.


 

Praias movimentam turismo paraense 

Basta escolher uma praia de água doce ou salgada que o resto a natureza se encarrega de dar: um espetáculo. Segundo a Secretaria de Turismo do Estado do Pará (SETUR), as praias de rio têm despertado mais interesse no visitante, principalmente aqueles de fora do país, onde a natureza ainda é o grande atrativo.

Allyson Neri de Oliveira, coordenador de Segmentação de Produtos Turísticos da Secretaria de Estado de Turismo (Setur) relata a importância das praias para o turismo paraense. “Aos fatores ambientais somam-se o expressivo patrimônio cultural paraense, especialmente o modo de vida, as tradições, os saberes e fazeres que envolvem as populações ribeirinhas que ocupam boa parte dessas áreas de praias no Pará, tanto na costa oceânica, quanto na margem dos rios e igarapés", ressaltou.

Segundo Oliveira, na Costa Atlântica são mais de 500 km de praia localizados na maior reserva de manguezal contínua do continente americano, ao que se somam milhares de quilômetros praias de água doce, algumas perenes e outras regidas pelo regime pluviométrico amazônico, que aparecem apenas no período da vazante dos rios.

 "Com destaques importantes no que se refere às praias fluviais como nos rios Tapajós e Arapiuns, pela transparência e tom azulado de suas águas, pela areia branca que se descortinam em suas margens; ou no Marajó, onde a influência do encontro do Amazonas com o Atlântico faz com que as praias insulares, a despeito de serem fluviais, sofram variação das marés, tenham ondas e águas com salinidade", explicou.

Relação das principais praias paraenses
Fonte: Setur Pará

 

Marajó- Matas, rios, campos, mangues, ilhas e igarapés são os cenários  perfeitos para quem quer desvendar e curtir um cenário quase intacto da Amazônia. Considerada um paraíso no meio da Amazônia, as ilhas do Marajó vem ganhando o mundo.

Entre as atrações naturais do Marajó, o destaque é para as praias. Em Soure, a praia do Pesqueiro possui dunas que se espalham em quase toda região. A praia possui áreas salgadas, pois também é banhada por águas do Oceano Atlântico. A praia fica apenas a 8 km da cidade, que é cheia de búfalos, u outro atrativo do Marajó. 

Salinópolis- Conhecida como Salinas, a cidade tem vários pontos turísticos, como as praias desertas na Vila de Cuiarana, o Lago da Coca-Cola, a Orla do Maçarico, a fonte de água mineral de Caranã, igarapés e dunas de areia. Por causa de suas inúmeras praias, Salinópolis, é o paraíso para os amantes do surfe e da pratica de esportes aquáticos.

A praia de Atalaia é a mais movimentada de Salinas. Localizada a 13km da cidade, ela tem águas limpas e cristalinas, areias finas, dunas e pequenos lagos.

Santarém-  As praias de rio tem despertado mais interesse no visitante, principalmente aqueles de fora do país, onde a natureza ainda é o grande atrativo, diferentemente das praias do nordeste com grandes estruturas.

Segundo a Setur, a região de Alter do Chão tem despontado como a grande tendência para o mercado nacional nos últimos anos, o que aumentou consideravelmente o número de visitantes, porém o foco do turismo no Estado não está na quantidade, mas sim na qualidade dos visitantes que vem até aqui, principalmente se formos considerar o custo de vir ao Pará, principalmente de deslocamento.

Santarém se tem sido o destino mais procurado nos sites de viagem, além de ser o caribe brasileiro. A cidade também já foi eleita umas das 7 maravilhas do mundo.

 

Cenário para lazer e histórias de amor

"Pra mim foi muito especial casar na praia de Mosqueiro, principalmente, porque aquele cenário não foi só para o casamento. Foi o cenário que pedi minha esposa em namoro em 2014". O relato é de Arthur Espindola que casou com Mariana Cordeiro ao pôr do Sol na praia de Mosqueiro.

Casamento de Arthur Espindola e Mariana Cordeiro

Foto Divulgação    Créditos: Gui Sampaio

 

"Foi maravilhoso porque a gente tem muitos amigos e parentes de fora, ela mesmo é de fora, então, a família e os amigos dela que vieram pra cá ficaram encantados. A gente pôde mostrar para o pessoal de fora como é nossa força, nossas belezas naturais aqui da cidade, do Pará, das nossas águas doces", lembrou.

Segundo Arthur Espindola , o momento foi muito marcante. "Os nossos amigos lembram até hoje. Até nossos próprios amigos que são  paraenses sentiram a anergia daquele momento de estar sentindo como uma benção do deus paraense, que abraça a gente. Aquela energia, aquele calor, aquela umidade",concluiu.

 

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