Sustentabilidade

Movimento urban jungle é tendência na moda

Paraense criou as coleções sustentáveis e slowfashion "90 Graus" e "V.G.TAO"

Em tempos de Covid 19 a natureza respira com menos poluição, diminuição de derrubas de florestas e queimadas. 

Ela sempre foi inspiração para o homem em seus mais diversos campos de atuação. Como o movimento urban jungle que virou tendência na moda brasileira com o uso de fibras naturais, por exemplo. 

As folhagens e flores têm inspirado estilistas dos mais diversos segmentos da moda. As folhas de Costela de Adão, Samambaia e Jiboia já estão em peças de fast-fashions e nos looks das fashionistas.

A planta costela de adão está em alta sendo vista em estampas de camisas, vestidos, short, cortinas, entre outros. Com folhas grandes e perfuradas em tom de verde, virou tendência no guarda-roupa de muita gente.

Segundo os especialistas em moda, a estampa de folhagem é uma alternativa mais sóbria e moderna à padronagem de flores que costumava reger os nossos looks nos dias mais quentes.

A paraense Ludimila Heringer criou as coleções sustentáveis e slowfashion “90 Graus” e “V.G.TAO”, em looks com tramas e maxifranjas em fios e tecidos tingidos com pigmentos vegetais, estampados por meio de ecoprint ou estamparia botânica, e a juta como tecido para vestuário. 

As peças são produzidas por meio de uma técnica sem uso de aditivos químicos e mecânicos em respeito ao meio ambiente.   
 

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