Covid-19

Brasil já soma 34 mortos e 1.891 casos confirmados

O Brasil registrou nesta segunda-feira (23) um total de 34 mortos e 1.891 casos confirmados do novo coronavírus, segundo o Ministério da Saúde. Entre os mortos, 30 estão em São Paulo e 4 no Rio de Janeiro.

A capital fluminense registrou sua primeira morte por Covid-19, de uma mulher de 58 anos que tinha doenças crônicas. Dos 233 casos no estado, 212 são na cidade do Rio e dez em Niterói. O estado de São Paulo tem o maior número de casos de Covid-19: 745 confirmações. Também há registros em Minas Gerais (128), Espírito Santo (29), Distrito Federal (133), Goiás (23), Mato Grosso do Sul (21), Mato Grosso (2), Rio Grande do Sul (86), Paraná (56), Santa Catarina (68), Pernambuco (42), Ceará (163), Sergipe (10), Bahia (63), Paraíba (2), Maranhão (2) Piauí (6), Rio Grande do Norte (13), Alagoas (7), Rondônia (3), Tocantins (5), Pará (5), Amazonas (32), Amapá (1), Roraima (2) e Acre (11).

Pará: nesse cenário o Pará já soma 5 casos confirmados, 4 deles em Belém, capital paraense, e outro em Marabá, Interior do estado.

PREVENÇÃO - No momento, a forma mais eficaz de combater a doença é com a prevenção e orientação. O Ministério da Saúde em parceria com os demais órgãos competentes esclarece as principais medidas para prevenção do Covid-19 e onde procurar ajuda quando estiver com sintomas.

Segundo a Agencia Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), as orientações incluem medidas de prevenção e controle que devem ser adotadas durante a assistência aos residentes, principalmente com relação aos casos suspeitos ou com diagnóstico confirmado de Covid-19.

O isolamento social é a forma mais eficaz de evitar a rápida propagação da Covid-19, doença provocada pelo vírus. Essa é a mais efetiva medida para evitar que a população vulnerável se exponha. É fundamental ficar dentro de casa. A medida do isolamento social, inclusive, é considerada um dos principais pontos que estão diminuindo o ritmo de novos casos registrados no segundo país mais afetado do mundo.

As informações também abordam os sinais e sintomas da doença, tais como febre, tosse e dificuldade para respirar, e ações para evitar a disseminação do vírus. A Anvisa também orienta as instituições a fazerem avaliação e monitoramento periódicos de todos os idosos residentes, que são os casos mais preocupantes.

Higienização- Um ponto bastante importante orientado pela Anvisa é a orientação sobre a higienização das mãos, que deve ser feita com água e sabão ou álcool gel 70% – este produto deve ser colocado em diversos ambientes, como a recepção, os quartos, refeitórios, consultórios, salas de estar e lazer e qualquer outra área de uso comum. Se necessário, os profissionais da instituição devem auxiliar os idosos que não conseguem lavar as mãos a fazer a higienização. Os objetos também devem ser higienizados, principalmente, os de uso pessoal. É importante lembrar, que cuidar do próximo também é importante, ou seja, fazer estoque de alimentos e de produtos de limpeza prejudica o combate coletivo do vírus.

É orientado, ainda, sobre os cuidados ao tossir ou espirrar, cobrindo a boca e o nariz com o cotovelo flexionado ou lenço de papel descartável. Para o descarte do lenço, as instituições devem fornecer lixeiras com acionamento de abertura por pedal. Outras orientações abordam a limpeza e a desinfecção de ambientes, utensílios (vasilhas, pratos, panelas, talheres) e superfícies de móveis e assoalho.

Vacinação- As instituições devem averiguar a situação das vacinas e conferir se os idosos estão com todas em dia. A orientação vale principalmente para aquelas relacionadas a doenças respiratórias infecciosas, conforme o calendário de vacinação do idoso, definido pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde. No Pará, campanha de vacinação começou nesta terça-feira, 23.

Visitas- O número de visitantes deve ser reduzido ao máximo, assim como a frequência e a duração das visitas. A orientação é estabelecer um cronograma para evitar aglomerações. Na chegada, os visitantes deverão ser questionados sobre sintomas de infecção respiratória e contato prévio com pessoas com suspeita ou diagnóstico de Covid-19, além de receber orientações sobre cuidados e higienização.

Recomendações gerais em caso de sintomas

Tem uma gripe leve? Aguarde em casa.

Tem febre e tosse? Procure um posto de saúde.

Está com falta de ar? Vá à emergência do hospital mais próximo.

Estudos indicam que 90% dos casos de Covid-19 são leves, semelhantes a um resfriado ou uma gripe. Nos casos leves e moderados de Coronavírus, a infecção apresenta manifestações clínicas parecidas com as de outros vírus. Dessa forma, nesses casos de novo coronavírus é indicado:

-Repouso;

-Hidratação (ingestão de bastante água e líquidos);

-Medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como: uso de medicamento para dor e febre (antitérmicos e analgésicos); uso de umidificador no quarto; tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garganta e tosse.

Uso de mascaras

A Anvisa orienta alguns ajustes na indicação do uso de equipamentos de proteção individual (EPIs) para algumas situações, desde que sejam seguidos critérios bem definidos.O uso de máscara cirúrgica deve ser feito apenas por pacientes com sintomas de infecção respiratória (febre, tosse, dificuldade para respirar) e profissionais de saúde e de apoio que prestarem assistência a menos de um metro do paciente suspeito ou caso confirmado.

O uso de máscaras N95, FFP2 ou equivalentes deve ocorrer somente na realização de procedimentos que gerem aerossóis. Como exemplo, é possível citar casos de intubação ou aspiração traqueal, ventilação não invasiva, ressuscitação cardiopulmonar, ventilação manual antes da intubação, indução de escarro, coletas de amostras nas traqueais e broncoscopias.

Grupo de Risco: Devemos ter cuidados redobrados com quem é do grupo de risco. Anote aí quem são:

·         IDOSOS

·         DIABÉTICOS

·         HIPERTENSOS

·         QUEM TEM INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA

·         QUEM TEM DOENÇA RESPIRATÓRIA CRÔNICA

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