ALERTA

Dia Mundial sem Tabaco enfatiza os riscos de agravamento da Covid-19 em fumantes

Em meio à pandemia do novo Coronavírus, o Dia Mundial sem Tabaco, que transcorre neste domingo, 31, é alusivo ao risco de contaminação e agravamento da Covid-19 nos fumantes. Com o tema “Tabagismo e Coronavírus”, a campanha não será marcada por atividades presenciais, mas faz um alerta para os perigos do desenvolvimento de formas mais graves do vírus na saúde dos fumantes.

A data foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar sobre as doenças e mortes evitáveis relacionadas ao tabagismo. Em Belém, a Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) oferece nas Unidades Municipais e em Estratégias de Saúde da Família, o Programa de Controle do Tabagismo, que auxilia os fumantes a alcançar o objetivo de parar de fumar.  As atividades presenciais do programa estão temporariamente suspensas, considerando a necessidade de distanciamento social, mas a Sesma está com atendimento via telemonitoramento pelo número (91) 3184 6121, onde a equipe de saúde das unidades realiza as consultas e verifica como está a situação de cada usuário.

“O tabagismo é considerado uma pandemia por matar mais de 8 milhões por ano, e por isso se faz necessária essa fala urgente. O cenário atual é crítico e precisamos alertar a população. Fumar mata, então precisamos parar de fumar”, alertou Samara Trindade Chagas, técnica do Programa de Controle do Tabagismo no município de Belém.

O fumante é considerado grupo de risco por ter de duas a quatro vezes mais chances de contrair doenças pulmonares, ficando suscetíveis a várias outras, como cardiovasculares, respiratórias e câncer, que provocam inflamações e prejudicam as defesas do organismo. Ex-fumante, o músico Hugo Henrique de Oliveira, 37 anos, comemora os quatro meses sem cigarro. “Dessa vez acho que não volto a fumar, estou adorando a minha qualidade de vida. Não tive mais sinusite e a minha garganta não inflamou”, contou o músico, que fez uso do cigarro por mais de 20 anos. “Nasci numa família de fumantes e sempre fui um passivo até experimentar o primeiro cigarro e me tornar dependente”, recordou.  

Riscos - O tabagismo mata cerca de 8 milhões de pessoas, segundo dados da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas).  O fumante é considerado grupo de risco por ter de duas a quatro vezes mais chances de contrair doenças pulmonares, ficando suscetíveis a várias outras, como cardiovasculares, respiratórias e câncer, que provocam inflamações e prejudicam as defesas do organismo.

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