Doação

Hemopa registra aumento de 50% na doação de sangue em junho

Após três meses de grande desafio para a saúde, diante do cenário de pandemia do novo coronavírus, a Fundação Hemopa comemora o saldo positivo no mês de junho, quanto a coleta de sangue.

A Hemorrede registrou a doação de 6.947 bolsas de sangue, em 9 unidades de coleta do estado. Um número que supera em um pouco mais de 51% os números do mês de maio que foram de 4.594. No Hemocentro coordenador, em Belém, foram coletadas 3.710 bolsas de sangue em junho. E no mês de maio foram 2.470.

O resultado positivo se deu às estratégias desenvolvidas, entre elas, o agendamento da doação por meio do 0800 280 8118  e   ao projeto "Caravana Solidária", onde diversos parceiros civis, militares, instituições pública e privada abraçaram a causa e montaram seus grupos para efetuar a doação de sangue.

“Sabíamos que seria um grande desafio manter o estoque de sangue para atender a rede hospitalar, pois a pandemia nos pegou desprevenidos. Então decidimos fazer uma ampla divulgação do projeto ‘Caravana Solidária’, pois sabíamos que nossos voluntários atenderiam o chamado da doação de sangue. Afinal de contas, a pandemia nos ensinou olhar com mais carinho um para os outros e, a doação nada mais é do que amor ao próximo”, destacou o presidente do Hemopa, Paulo Bezerra, que comemora os números que se transformam em esperança de vida para milhares de pacientes.

Uma unidade que apresentou um resultado mais do que surpreendente foi o Hemonúcleo de Capanema (Henca). Em maio, foram coletadas apenas 75 bolsas de sangue. Já no mês de junho, 263 coletas foram efetuadas. “O mês de maio foi muito difícil por causa do lockdown na cidade. Mas em junho ficamos muito felizes e agradecidos aos nossos voluntários que nos ajudaram a abastecer o estoque e superar até a meta mensal que seria de 255”, disse Noelton Neves, gestor do Hemonúcleo de Capanema.

Em Marabá, as jovens da Ordem Internacional do Arco-Íres para Meninas, uma ordem Paramaçônica, comparecem em caravana solidária. 

“A Ordem envolve meninas de 11 a 20 anos que se preparam para o futuro, visando a liderança e formação do caráter, através de sete virtudes. Uma delas é servir ao próximo. E foi neste sentido que as meninas do 'Arco- Íris' decidiram doar sangue. Quem ainda não tem idade para doar, trouxe um familiar ou um amigo para fazer a doação”, disse Cristiane Cade, preceptora mãe da Assembleia Acácia da  Transamazônica número 5.

A maioria das jovens doou pela primeira vez, como foi o caso de Lívia Camargo. "Por meio dessa campanha a gente resolveu trazer um pouco mais de ajuda. A nossa cidade precisa”.
 

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