Saúde

Hospital Metropolitano promove oficina culinária para ensinar hábitos saudáveis para crianças

Com o uso integral de alimentos, as crianças internadas na unidade aprenderam sobre práticas sustentáveis na cozinha.

Esta quinta-feira (23), foi especial para as crianças do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência (HMUE), gerenciado pela Pró-Saúde em Ananindeua, com a realização de uma oficina culinária sustentável, no refeitório da unidade.  

Por meio do projeto “Transformando hábitos e mudando vidas”, a equipe do Serviço de Nutrição e Dietética (SND) levou conhecimento e diversão para os pequenos pacientes da Clínica Pediátrica, respeitando todas as orientações de distanciamento social, necessárias nesta fase de pandemia.

A ação, realizada em parceria com os setores de Sustentabilidade, Projetos Sociais e Serviço de Processamento de Roupas da unidade, promove, por meio de atividades lúdicas e educativas, e com o uso de vestimentas sustentáveis, uma nova forma de brincar e aprender sobre alimentação saudável e sustentabilidade.

“Na oficina, nós trabalhamos o desenvolvimento de hábitos saudáveis de alimentação nas crianças,  além de ensinar sobre a higienização de alimentos e o aproveitamento integral dos ingredientes. Utilizamos técnicas com a utilização de cascas de frutas, folhas, talos e legumes na produção de refeições e sobremesas. Eles fazem as receitas e trabalham em equipe” ressalta Edilssa Carla, coordenadora do SND.

Para a mãe do pequeno Jonathan, Cássia Costa Monteiro, que vive no município de  Nova Timboteua, interior do Estado, e acompanhou o filho na oficina, a experiência foi nova e proporcionou um momento de alegria e aprendizado. “Eu gostei muito de ver meu filho envolvido na cozinha. O sorriso que ela dava quando fazia o sorvete de casca de banana me deixou encantada. E para mim, foi uma ótima experiência. Além de nos divertirmos, nós aprendemos também”, disse a mãe.

Ágatha Soares, de 10 anos, que está internada no HMUE e participou da oficina, relata sua surpresa em descobrir as utilidades de ingredientes que muitas vezes são jogados fora. “No começo eu pensei que não seria bom usar aqueles ingredientes, mas depois eu comi, achei ótimo, e até repeti. Gostei tanto que falei para minhas amigas que dá para pegar as cascas dos alimentos e fazer muitas outras comidas, ao invés de jogar fora”, conta a menina.

De acordo com o setor de sustentabilidade do Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, a prática também apresenta uma visão diferente e divertida sobre a natureza e os processos sustentáveis que envolvem o meio ambiente e os alimentos.

“Por meio dessa ação, podemos valorizar o uso do alimento, mas também trazemos curiosidades sobre descarte do lixo, práticas sustentáveis, reutilização de materiais e compostagem orgânica. Nós aproveitamos essa fase infantil para educar, para que no futuro, eles sejam adultos conscientes sobre a alimentação saudável e sobre importância da promoção e proteção do meio ambiente”, afirma Adriana Durans, analista de sustentabilidade.

Segundo Roberta Cardins, coordenadora de Projetos Sociais do HMUE, a iniciativa veio para proporcionar um momento de aprendizado, mas também para trazer relaxamento e lazer para todos.  

“As crianças que já estão há algum tempo no hospital precisam ter uma atividade lúdica para passar o tempo, e nós também envolvemos os pais nesse processo. Dessa forma, eles adquirem uma consciência sustentável, e a atividade ainda ajuda com o processo de hospitalização, pois as crianças se sentem mais relaxadas e podem aprender brincando”, explica Roberta.

Sobre a Pró-Saúde

Com 16 mil colaboradores e mais de 1 milhão de pacientes atendidos por mês, é uma das maiores do mercado em que atua no Brasil. Atualmente realiza a gestão de unidades de saúde presentes em 24 cidades de 12 Estados brasileiros — a maioria no âmbito do SUS (Sistema Único de Saúde). Atua amparada por seus princípios organizacionais, governança corporativa, política de integridade e valores cristãos.

A criação da Pró-Saúde fez parte de um movimento que estava à frente de seu tempo: a profissionalização da ação beneficente na saúde, um passo necessário para a melhoria da qualidade do atendimento aos pacientes que não podiam pagar pelo serviço. O padre Niversindo Antônio Cherubin, defensor da gestão profissional da saúde e também pioneiro na criação de cursos de Administração Hospitalar no País, foi o primeiro presidente da instituição.

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