PREVIDÊNCIA MUNICIPAL
Foto: Lia Mara/Secom Palmas
"Há quase seis anos a gestão do Previpalmas tem foco no interesse do servidor público, adotando medidas para fazer aplicações seguras", diz Hitallo Passos (Foto: RedePara.Web.ViewModels.Sgn.Foto?.credito)
Grande parte dos investimentos do Instituto de Previdência Social de Palmas (Previpalmas) está concentrada em fundos de títulos públicos federais e títulos públicos NTN-B. "Esses ativos são considerados os mais seguros no mercado financeiro, com baixíssimo risco e lastreados pelo Tesouro Nacional", explica o presidente da instituição, Hitallo Panato Passos. Ele detalha que 85% da carteira do Previpalmas estão nesses títulos, 12% são aplicações em instituições financeiras - Banco do Brasil, Itaú e Bradesco - e 3% são os valores que estão sendo investigados, com aplicações em fundos sem liquidez.
Aplicação na Tercon Investimentos Ltda:
- aporte de R$ 10 milhões em 15 de setembro de 2017 - correspondia a 30,15% do percentual do patrimônio líquido do fundo;
- aporte de R$ 10 milhões em 7 de novembro de 2017 - fazendo com que o percentual de aplicação do Previpalmas correspondesse a 46,27% do patrimônio líquido do fundo.
Aplicação no Fundo de Investimentos em Participação Cais Mauá do Brasil Infraestrutura:
- aporte de R$ 30 milhões em 7 de dezembro de 2017 - correspondendo a 15% do patrimônio líquido do fundo.
"Essas aplicações realizadas em 2017 foram investigadas e a Prefeitura de Palmas ingressou com duas ações judiciais para tentar recuperar os recursos. Por enquanto não conseguimos nem vender e nem liquidar a aplicação e seguimos buscando na Justiça a reparação do prejuízo", ressalta o presidente do Previpalmas. As ações judiciais em andamento são:
- 0010734-17.2018.827.2729 - referentes aos investimentos na Tercon;
- 0041613-07.2018.827.2729 - referentes aos investimentos no Cais Mauá.
"Há quase seis anos a gestão do Previpalmas tem foco no interesse do servidor público, adotando todas as medidas para fazer aplicações seguras e dando transparência para atuação dos conselhos, que tem participação direta dos segurados. Uma auditoria forense foi realizada para amparar as ações para recuperar os recursos investidos, documento que também foi encaminhado aos órgãos de controle, como Ministério Público Federal (MPF), Tribunal de Contas da União (TCU), Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Polícia Federal", finaliza Passos.
Texto: Redação Gabinete
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