CARTA ANOFÉLICA



Foto: Ascom Sesma
Atuar preventivamente para evitar e combater doenças transmitidas por insetos responsáveis pela disseminação da malária, dengue, chikungunya, zika, febre amarela, leishmaniose e febre oropouche. Este é foco de elaboração da Carta Anofélica, documento com objetivo de nortear as ações de saúde pública para controle das doenças transmissíveis por mosquitos nos distritos administrativos de Belém.
Integração - A primeira reunião com representantes de diversos setores das esferas municipal, estadual e federal foi uma iniciativa da Prefeitura de Belém na sede da Secretaria Municipal de Saúde (Sesma) e contou com a presença de especialistas do Instituto Evandro Chagas, Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal do Pará (UFPA) e dos setores de Endemias e Entomologia da Sesma e da Secretaria de Estado de Saúde (Sespa).
“A elaboração da Carta Anofélica é um das ações preparatórias para realização da COP 30 e indica os pontos mais vulneráveis que identificam a presença de mosquitos transmissores de diversas doenças para agirmos preventivamente. Os agentes de saúde devem iniciar a busca ativa agora em dezembro pelo Distrito de Administrativo do Guamá, passando pelos demais distritos de Belém, região das ilhas e demais áreas silvestres”, adianta Éder Santiago, diretor do Departamento de Vigilância à Saúde (DEVS), da Sesma.
Ações de controle
A Carta Anofélica demonstra a presença de mosquitos transmissores num determinado território para direcionar ações de controle, pesquisa e prevenção da malária, febre oropouche, filariose, entre outras doenças transmitidas por mosquitos.
A partir desse projeto, são realizados trabalhos de coleta de sangue para identificar riscos de transmissão, se o paciente está infectado e análises de infectividade.