Capacitação
Foto: ASCOM EMATER
O curso capacitou 40 técnicos extensionistas das regionais de Santarém, Médio Amazonas, Altamira e Tapajós, que englobam 28 municípios (Foto: ASCOM EMATER)
Servidores da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-PA) foram capacitados no curso de Metodologias Participativas de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater). Quarenta técnicos extensionistas das regionais de Santarém, Médio Amazonas, Altamira e Tapajós, que englobam 28 municípios, participaram de segunda-feira (26) até esta sexta-feira (30) do curso, voltado a pessoas e suas relações sociais, considerando e valorizando seus saberes, crenças e costumes.
A parte teórica foi desenvolvida no auditório do Centro Regional de Governo do Baixo Amazonas, em Santarém. De acordo com a facilitadora, a chefe do Núcleo de Tecnologia e Informação da Emater-PA, Inês da Silva Santos, os técnicos aprofundaram os conhecimentos sobre metodologias utilizadas em campo. “Aqui nós vimos o que são essas metodologias utilizadas em campo para fazer os contatos, os planejamentos da empresa, o DRP (Diagnóstico Rápido Participativo), onde você usa determinadas metodologias e ferramentas para alcançar esse objetivo”, explicou.
As metodologias participativas são constituídas de instrumentos que envolvem processos de organização social, num contexto que tem como ponto principal a construção de ações para um modelo de desenvolvimento sustentável, que busca conciliar a utilização racional dos recursos da natureza e a produção agrícola.
Atividades desenvolvidas - Nesse período, foram desenvolvidas atividades teóricas, incluindo o histórico da Metodologia, por meio da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Pnater), além de trabalhos de campo, como visita ao Mercado de Flores de Santarém e aplicação prática dos conhecimentos adquiridos na comunidade de Irurama, uma das 18 existentes na região do Eixo Forte, no KM-09 da Rodovia Everaldo Martins (PA-457), que dá acesso à Vila de Alter do Chão.
“Isso passa pelo contato, visita, reunião, instalação de unidades de observação, intercâmbio, excursão, dia de campo, dia de feira, exposições. Dentro de cada uma, dependendo do objetivo, você utiliza outra ferramenta, a partir de outra metodologia. Passa, então, pelo mapa falado, análise de fraquezas e forças de determinada comunidade, mas tudo de forma participativa. Ou seja, o extensionista rural vai a campo e aplica para alcançar um determinado objetivo naquela comunidade”, destacou a facilitadora.
O curso foi desenvolvido em parceria com a Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (Anater), com a meta de capacitar mais de 300 extensionistas no Pará.
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