Mini Festival
Começou no Polo Joalheiro São José Liberto o mini festival que oferece flores, chocolates e joias como sugestão de presente para o dia das mães, comemorado no domingo (12). O trio de produtos que reúne cor, sabor, beleza e variedade atrai um público que vem em busca de um diferencial para homenagear a pessoa mais importante na vida de cada um.
Para comercialização estão inúmeras espécies de flores e plantas ornamentais em arranjos, envasadas ou terrários, e mais de 10 marcas de chocolate genuinamente paraenses confeccionados com teor de 50% a 100% de cacau puro na composição, nos mais diferentes sabores. O estoque se completa com uma coleção de joias que misturam metal e pedras preciosas, feitas especialmente para a exposição que está aberta até este sábado (11), de 9 às 18h.
Para animar o evento, o quarteto instrumental Choro Mulher se apresenta neste primeiro dia do mini festival e, no segundo dia, as cantoras Lucinha Bastos, Andréa Pinheiro e Mariani Lima apresentam o show Cantiga de Mãe no anfiteatro do Polo Joalheiro.
A ideia da mostra é criar um espaço de comercialização e oportunidade de mercado aos produtores, incentivados a se capacitar e melhorar a mercadoria por meio de cursos técnicos na edição anual do Chocolat Amazônia e Flor Pará. Neste ano, o festival será de 19 a 22 de setembro, no Hangar.
A massoterapeuta Miriam Bentes, 65, buscou nos bombons de chocolate uma ocupação para complementar a aposentadoria. Fez o curso promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca (Sedap) e hoje seus bombons já foram consumidos em outros estados e até países da Europa. “Uso 70% de cacau, óleo e açúcar de coco com sabores de frutas. Fica muito gostoso”, garante a bombonzeira.
A coordenadora de Mercado da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), Luciana Centeno, informou que há seis anos o governo vem incentivando a verticalização do cacau, por meio do Chocolat Amazônia. “A ideia é popularizar cada vez mais o chocolate de origem e incentivar a criação de novas marcas paraenses”, enfatizou Luciana. A Sedeme é parceira da Sedap na realização do evento.
O floricultor Tim Penner, que também é jornalista, trabalha bambus africanos há cinco anos. As hastes são dispostas em vidros sobre bases de madeira reaproveitada, compondo arranjos que ele chama de Bambu da Sorte. “Para diversificar a produção, já comecei a cultivar cactos”, informou Tim.
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