CARNAVAL 2020
O porta-estandarte do Rancho evocou a ancestralidade dos primeiros habitantes do Brasil, os indígenas (Foto: Fernando Sette - Comus)
Agremiação histórica de Belém e do Brasil, por ser a quarta escola de samba mais antiga em âmbito nacional, o Grêmio Recreativo Jurunense Rancho Não Posso Me Amofiná sacudiu a Aldeia Amazônica, com a quinta apresentação da noite.
Atual bicampeã, a agremiação do bairro do Jurunas levou para a avenida o enredo “Às Margens do Maratauíra, Encontrei a Terra dos Homens Fortes e Valentes”, um canto de amor para o município de Abaetetuba, localizado na região do Baixo Tocantins. Por coincidência, a agremiação vem de dois campeonatos seguidos com temas referentes a cidades do interior do estado do Pará, que foram Igarapé Miri e Barcarena.
Com 15 alas, três alegorias e 1.800 brincantes, o Rancho apresentou um show de cores, que encantou a torcida. “Estou aqui para ver o Rancho, a melhor escola de todas. Torço para eles desde criança e todo ano venho assistir”, comentou a torcedora Jhenifer Souza, de 20 anos.
Miriti - A segunda alegoria da agremiação chamou atenção pelas imagens gigantes representando os famosos brinquedos de miriti, que tem origem na cidade de Abaetetuba. O brinquedo também veio representado nos adereços das baianas. Em outro momento do desfile, a bateria deu a famosa "paradinha", para delírio do público que continuou o refrão do samba-enredo à capela.
Para fechar a apresentação, o último carro alegórico foi transformado em um trio elétrico, homenagem ao carnaval e às festas tradicionais da cidade de Abaetetuba.
A aposentada Teca Valuar uniu o amor pela escola e por Abaetetuba, sua cidade de nascimento, para arrasar na avenida. “Foi muito emocionante, pois a escola veio homenageando a minha cidade, Abaetetuba. E desfilo e torço para o Rancho há muitos anos”, comentou.
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