COISA DE VÓ
"Yo no creo em brujas, pero que las hay, las hay"
Dias desses minha tia-avó me ligou e disse que ia comprar um pintinho para piar na boca do Eduardo. A Dita, essa tia querida, tem 81 anos e estava disposta a ir à feira atrás de um pinto recém chocado para realizar a simpatia que já é quase uma tradição familiar: Colocar um pinto na boca da criança para a ensinar a falar.
Alguém teria coragem de cortar o barato dela? Eu não.
Essa simpatia foi feita pela Dita com minhas três primas tagarelas e com o Arthur, meu filho tagarela. Mas se você me perguntar se eu acho que essa turma é falante por causa do pinto, a resposta é não.
Eu acredito 100% que essa turma desandou a falar cedo pelos estímulos que recebeu. Mas não seria eu a acabar com a alegria da Dita.
A Dita acordou cedo em um sábado e foi comprar o pintinho. Minha missão era apenas levar o Eduardo até a casa dela. E assim o fiz.
Eduardo não demonstou medo do bichinho, ao contrário, nós é que ficamos com medo pelo pintinho quando o Eduardo resolveu fazer um carinho na ave. Coloquei o bichinho pra piar dentro da boca do Edu? Não. Mas deixei ele piar bem próximo à boca do Eduardo e todos ficaram felizes, especialmente a Dita.
Esta é uma simpatia bem simples de fazer, mas se você, como eu, prefere não deixar a responsabilidade da fala do seu filho nas costas do pobre pintinho, é possível darmos uma “leve turbinada” na simpatia. Veja como:
Enquanto estiver com o pintinho na mão, estimule o bebê a falar como o pintinho. “Olha, filho, este é o pintinho. O pintinho faz piu piu. Vamos fazer piu piu com ele?”. Aproveite também para imitar o som da galinha e de outros animais que moram na fazenda.
Por último, e mais importante, se a fala do seu filho está atrasada em relação aos marcos de desenvolvimento de sua idade, eu aconselho fortemente que você não espere pelo pintinho e leve seu filho para uma consulta com um fonoaudiólogo.
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