Assistência

SejuDH articula melhorias para indígenas venezuelanos

Representantes do Posto Avançado de Atendimento Humanizado ao Migrante, da SejuDH, durante visita técnica aos indígenas venezuelanos de etnia Warao, instalados nos abrigos Domingos Zahluth e Casa de A (Foto: Wagner Almeida/ Ascom Sejudh)

A situação dos indígenas venezuelanos de etnia Warao, instalados nos abrigos Domingos Zahluth e Casa de Alta Gestão, foi verificada nesta segunda-feira (18) por representantes do Posto Avançado de Atendimento Humanizado ao Migrante (PAAHM), da Secretaria de Estado de Justiça e Direitos Humanos (SejuDH).

A visita técnica é decorrente da articulação da rede de instituições municipais, estaduais e federais para traçar estratégias com o objetivo de garantir moradia digna e subsistência dos refugiados. “Esta articulação entre as instituições, como a Funpapa, Cáritas, Seaster, Sociedade Civil, MPF, Unicef, ACNUR e outras, visa garantir aos indígenas da etnia Warao melhores condições de assistencialismo social e de garantia de direitos”, adiantou o coordenador Renato Menezes, da PAAHM.

A ampliação desta logística para moradia e acolhimento possibilita, ainda, melhorar o trabalho, com intuito de pontuar, quantificar e centralizar a prestação de serviços na emissão de documentos oficiais, ressaltou o titular da Sejudh, Rogério Barra. O secretário fez a observação para esclarecer o papel da instituição neste processo para obtenção dos documentos que consiste, estritamente, em articular políticas públicas para garantir o acesso dos índios venezuelanos a esses serviços.

O trabalho desenvolvido pela Sejudh em prol da população Warao é uma norma do Termo de Concretização de Direitos, que tem como objetivo especificar a atuação de cada órgão envolvido com a questão. A pasta, especificamente, trabalha na articulação para emissão do protocolo de refúgio junto a Polícia Federal, expedição de CPF junto a Receita Federal e Carteira de Trabalho junto a Superintendência Regional do Trabalho, reiterou o coordenador da PAAHM.

”A Sejudh atua como articuladora de Políticas Públicas. Nosso trabalho é coletar documentos, informações, realizar agendamento para atendimento, de modo que facilite o acesso da população indígena na retirada do Protocolo de Refúgio, que é emitido pela Polícia Federal, além da Carteira de Trabalho e CPF, que também são emitidos por seus órgãos competentes, Receita Federal e Superintendência do Trabalho”, reforçou Menezes.


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