BIENAL DE ARTES
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A Aldeia Cabana recebe as escolas de samba de Belém para alegrar o último dia de eventos da I Bienal de Artes de Belém. A abertura desta noite de domingo, 25, ficou por conta do Cortejo e Apoteose Carnavalesca. O evento é realizado pela prefeitura de Belém, por meio da Fundação Cultural do Município de Belém (Fumbel).
Cortejo do samba - As escolas de samba que se apresentaram do Grupo 1 foram Xodó da Nega, do bairro da Cremação, Matinha, de Fátima, Quem São Eles, do Umarizal, Deixa Falar, da Cidade Velha, Os Colibris, da Maracangalha. As escolas da Pedreira foram Embaixada de samba do império pedreirense, Acadêmicos da Pedreira e Piratas da Batucada. E, por último, finalizando o cortejo, teve a Bole Bole, do bairro do Guamá, e Rancho não posso me Amofiná, do Jurunas.
O reencontro da bibliotecária Rosinéia Silva, 41 anos, com a Bienal foi emocionante. Ela nasceu em Belém, mas está na cidade a passeio, pois mora em Roraima há 12 anos.
“Eu vim hoje, li a programação e achei muito boa. É muito interessante a retomada dessa grandeza que nós temos. Teve a Festa Literária e agora a Bienal de artes, então é muito importante reviver o tanto que a gente já viveu aqui, que são as músicas e os festivais”, lembra Rosinéia.
Para a estudante Vivian Lorena, 25 anos, a felicidade para o início das apresentações é gigante. “A minha expectativa é uma das melhores porque o ambiente, a decoração e a divulgação estão sendo muito boas. Hoje é o meu primeiro dia de evento e estou esperando a Xodó da Nega, da Cremação se apresentar nesta noite”, diz a estudante Vivian.
Uma das dificuldades e empecilhos que a pandemia trouxe foi a falta do desfile das escolas carnavalescas. A passista da escola de samba Bole Bole, Gilmara Leal, 32 anos, ficou aliviada com a volta de sua escola ao palco da Bienal.
“Estou achando ótimo para nós que não tivemos carnaval este ano. Estávamos com sede de vir aqui, de novo, na Aldeia Cabana. Mesmo fora de época, a gente conseguiu se organizar e estar todo mundo aqui”, relata a passista.
Ela ainda continua. “Queríamos trazer todo o nosso desfile, caminhar na avenida, mas como temos só alguns, estamos gostando e já é uma vitória. Estou com muita expectativa porque é diferente ficar no palco e no chão, mas com fé em Deus vai dar tudo certo. Mesmo não tendo o carnaval não paramos, continuamos na escola trabalhando e ensaiando. Não podemos parar, se não esfria e estamos todos firmes e fortes bem preparados para essa apresentação”.
Confira a programação deste domingo, 25 de setembro:
•17h – 19h – Cortejo e Apoteose Carnavalesca;
•19h – 20h – Xaxá e Banda;
•20h – 21h - Bilão e Banda;
•21h – 22h – Coletivo Tem Mulher na Roda de Samba; e
•22h – 23h - Teresa Cristina.
Texto: Estagiária Débora Lopes, supervisionada pela jornalista Cleide Magalhães.
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